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Mobilização em toda São Paulo pelo acordo marco

Seeb/SP - Brasil  27 August 2010 23:11:13

Sindicato visitou agências de São Paulo, Osasco e região (Brasil) para reforçar a necessidade da garantir direitos básicos a funcionários do Santander em todo o mundo

São Paulo - O Sindicato voltou às ruas para pressionar o Santander a assinar o Acordo Marco Global. Foram feitas, na sexta 27, visitas em diversas agências de todas as regiões da cidade de São Paulo e também em Osasco, no Brasil. Os representantes dos bancários entraram em cada um dos locais de trabalho para falar diretamente com os funcionários, além de distribuir uma edição do Sindical Santander Real com mais informações sobre o tema.

A campanha pela assinatura do Acordo Marco Global, que inclui também o HSBC, envolve sindicatos de vários países e também a UNI Finanças, um braço da UNI Global Union, entidade com sede na Suíça que representa cerca de 20 milhões de trabalhadores pelo mundo. A intenção é garantir direitos fundamentais para todos os funcionários do banco no mundo.

"É inaceitável que os trabalhadores norte-americanos sejam impedidos de ter um Sindicato. Que os mexicanos necessitem do cumprimento de metas para a concessão de férias e que, no Brasil, haja penalização de sindicalistas, entre outros absurdos que ocorrem em diversos países", diz João Roberto, diretor do Sindicato e funcionário do Santander. "O Santander tem um modelo global de negócios e, nós, trabalhadores, queremos também um modelo global de direitos".


Commonwealth of Massachusetts Executive Office of Labor and Workforce Development writes to Emilio Botin

UNI Global Union  23 August 2010 09:22:19

Image:Commonwealth of Massachusetts Executive Office of Labor and Workforce Development writes to Emilio Botin

Guardian article: HSBC faces union fight over bank managers’ contracts

UNI Global Union  10 August 2010 19:34:32

An article in the Guardian follow's UK union Unite's fight against changes that would make Saturday a normal working day and cut sick time for bank branch managers. Reporter Jill Treanor reports in the August 10 issue of the Guardian on Unite's push to include managers in its bargaining group, some of whom earn as little as £19,000 per year.

Treanor writes:

HSBC, which last week doubled its first-half profits to £7.2bn, today faced a confrontation with unions after demanding changes to the contracts of its branch managers.

HSBC said 1,500 branch staff were being required to change their working patterns because it wanted to open another 170 branches on a Saturday and extend the opening hours at 80 others. It has 1,369 branches in total, some 330 of which already open on Saturday.

Unite said it does not have negotiating powers for 12,000 bank branch managers who have been told that their sickness absence pay will be restricted to a maximum of 26 weeks, half the contracted level of benefit. The bank also wants to change the working week from five days to six days. The union said the bank wants to make Saturday a normal working day.


To read the full article, go to http://www.guardian.co.uk/business/2010/aug/10/hsbc-unite-union-managers-contracts

Too Big Not To Organize

UNI Global Union  30 July 2010 09:48:10

The struggle of United States bank workers for union representation was featured yesterday in an article in the progressive news and opinion magazine "In These Times." In the article, reporter Mike Elk highlights the need for bank workers — many of whom work long hours without overtime to meet near-impossible quotas — to organise. He says cutting Wall Street executive bonuses could provide America's nearly 550,000 bank workers with a $2 an hour raise and fully employer-paid health insurance.

BOSTON—Through the blare of screeching feedback from portable translation headsets and microphones, unionized bank workers from Brazil, England, Chile, Germany, and Uruguay are encouraging American workers to undertake an unprecedented campaign against a common enemy: Grupo Santander, the global banking giant which last year took control of Sovereign Bank.

The largest bank in the Euro-zone, where it is based, Santander is the world’s eighth largest banking company by market capitalization. While the company is very good at generating profits around the world (it’s the world’s fourth largest bank by profits), this international meeting is focusing on something else: how the bank’s new U.S. branches might become as unionized as branches in Europe and Latin America.

Santander bank branches are on average 75-percent unionized outside the United States, according to UNI Global Union Finance Director Oliver Roethig because most other industrialized nations have unionized banking sectors. In the United States, however, less than 1 percent of all front-office bank workers are organized. In fact, the unionized janitors working for contractors that clean Sovereign Bank’s headquarters in Boston, Mass., often make more than the bank tellers and personal bankers, whose average wage is $10-$12 dollars per hour, despite individually producing millions of dollars in profits for the bank each year.

But the financial sector, at the center of the U.S. economy, has never been unionized. The international workers and local leaders of the Service Employees International Union (SEIU) and Communication Workers of America (CWA) gathered in July to use the clout of global union federations like the UNI Global Union to give labor a foothold in Santander’s Sovereign operations, and potentially organize the industry from there. If Santander employees are heavily unionized overseas, and corporate profits are so robust, then why shouldn’t American workers also join a union?

Read the full article at In These Times's website by clicking
here,

The recent international meeting in  Boston was also covered by the United Kingdom's Morning Star.


To read the Morning Star article, click
here.

EUA: bancários cobram reunião com Santander

Seeb/SP - Brasil  22 July 2010 00:29:33

Representantes dos funcionários querem fim da campanha antissindical promovida pelo Santander

São Paulo - Representantes do SEIU, o maior sindicato da América do Norte, voltaram a solicitar uma reunião com a diretoria do Sovereign Bank, banco comprado pelo Santander nos Estados Unidos, onde pretendem cobrar o fim da campanha antissindical promovida pelo banco contra seus funcionários.

Em carta encaminhada a Juan Gorostidi Pulgar, diretor de relações laborais do Santander internacional, Stephen Lerner, assistente do presidente do SEIU, lembra que apesar do argumento do próprio Pulgar de que "qualquer problema que afeta o Sovereign Bank será gerido e resolvido dentro Sovereign Bank", o SEIU fez no ano passado diversas tentativas de marcar uma reunião com o banco, mas não obteve nenhuma resposta.

Pulgar usou essa justificativa para não receber a missão internacional que foi a Boston no dia 14 de julho a fim de tentar uma reunião com diretores da instituição.

Acordo Marco - A campanha antissindical do Sovereign Bank contra seus funcionários, com intimidações e demissões, visa evitar que os bancários promovam qualquer organização própria. O caso ilustra a importância da assinatura do Acordo Marco Global, defendido também pelo Sindicato. O documento prevê direitos básicos iguais em todos os países em que as instituições atuam, como o direito à organização sindical.

Para os bancários no Brasil, o Acordo Marco Global fortalece ainda mais a estrutura sindical e o processo de negociação, bases fundamentais para conquistar avanços nos direitos trabalhistas. 


Grupo recusa-se a receber missão internacional

Seeb/SP - Brasil  21 July 2010 16:50:00

Banco perde oportunidade de alinhar discurso à prática e se fechou ao diálogo com representantes dos trabalhadores

São Paulo - A direção do Santander recusou-se a receber a delegação de dirigentes sindicais organizados em missão a Boston (EUA), pela UNI ? Sindicado Mundial, em apoio aos trabalhadores do Sovereign Bank, que pertence ao banco espanhol, demitidos após tentarem constituir sindicato.

A delegação cobra a reversão de demissões injustificáveis, fim da interferência da direção do banco no direito de organização dos trabalhadores e a assinatura do Acordo Marco Global, que garanta direitos trabalhistas e sindicais comuns para todos trabalhadores do banco espanhol em todo o mundo.

Em carta enviada de Madri ao presidente da UNI Finanças, Oliver Röethig, o diretor de Relações Laborais do Santander, Juan Gorostidi Pulgar, não vê necessidade do encontro e que o Sovereign Bank respeita os direitos dos trabalhadores para formar um sindicato, se assim o desejarem.

Para a diretora do Sindicato, Rita Berlofa, que participa da missão, o Santander perdeu a oportunidade de alinhar o discurso à prática. "Em várias oportunidades o banco diz que está aberto ao diálogo, mas se recusa a receber os sindicatos. Recusar-se a receber a UNI é um desrespeito com os trabalhadores. Não vamos aceitar essa postura e vamos continuar lutando pela assinatura do acordo marco", disse a dirigente que também é coordenadora da Rede Santander da América pela UNI e pela Coordenadora das Centrais Sindicais do Cone Sul.

Como o banco se recusou em atender a delegação, o abaixo-assinado para que o Santander assine o acordo marco não pode ser entregue. Essa é a segunda vez que banco ignora o pedido de milhares de trabalhadores, já que a instituição sequer agendou na Espanha, conforme pedido pela UNI, uma reunião para a entregue do documento.

Sovereign - A política antissindical utilizada pela direção do Sovereign Bank não é nova: demissões, pressão e intimidação dos trabalhadores, que ainda não contam naquele país com um sindicato que os represente. "O banco desenvolve uma campanha de medo, numa postura antissindical. Além de demitir aqueles que buscam se organizar, de tentar impedir que os bancários se reúnam em suas próprias casas, pudemos perceber o clima de tensão que os trabalhadores vivem nas agências que visitamos aqui em Boston", disse Maria Rosani, diretora do Sindicato que faz parte da missão integrada pelas delegações do Brasil, Reino Unido, Uruguai e Chile. Pelo Brasil, ainda participam o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, e os diretores Marcel Barros e Ademir Wiederkehr.

Acordo Marco Global - Poder garantir a todos trabalhadores do Grupo Santander no mundo direitos fundamentais e conquistas, como a organização sindical sem ingerência patronal e a sindicalização sem retaliações, repressão ou discriminação. Esse é o objetivo do Acordo Marco Global. Em março, um seminário internacional realizado em São Paulo lançou campanha internacional pelo acordo. Em novembro, no Japão, um novo encontro será realizado como parte da mobilização pela campanha.


Santander se recusa a receber missão da UNI nos EUA por acordo global

Contraf-CUT  16 July 2010 00:02:21

O Santander enviou carta para a UNI Sindicato Global, recusando-se a receber a missão internacional organizada pela entidade que se encontra nesta semana em Boston, nos Estados Unidos. O documento foi remetido na terça-feira, dia 13, de Madri, pelo diretor de Relações Laborais, Juan Gorostidi Pulgar.

Clique aqui para ler a íntegra da carta do Santander para a UNI.

A reunião, solicitada pelo chefe mundial da UNI Finanças, Oliver Röethig, através de ofícios enviados nos 23 de junho e 2 de julho, buscava dialogar com o presidente do Sovereign Bank, Gabriel Jaramillo, que antes comandava o grupo no Brasil até a compra do Banco Real. O objetivo era reverter as demissões de bancários que estavam tentando organizar um sindicato no banco espanhol adquirido na cidade norte-americana.

A recusa do Santander foi duramente criticada pela missão da UNI, iniciada em Boston na terça-feira, coordenada por Oliver, acolhida pela SEIU dos Estados Unidos e integrada pelas delegações do Brasil, Reino Unido, Uruguai e Chile. Pelo Brasil, participam a Contraf-CUT, através do presidente Carlos Cordeiro, secretário-geral Marcel Barros e secretário de imprensa Ademir Wiederkehr, e o Sindicato dos Bancários de São Paulo, através das diretoras Rita Berlofa e Maria Rosani.

Desrespeito nos Estados Unidos

Na carta-resposta, o executivo do Santander afirma que os trabalhadores do banco estão sendo tratados "com absoluto respeito", mas não é o que acontece. Passado um ano e meio da compra do Sovereign Bank, foram demitidos cerca de 2.700 empregados.

O dirigente espanhol também diz que "estou certo de que o Sovereign Bank respeita os direitos dos respectivos trabalhadores para formar um sindicato, se assim o desejarem". Tal afirmação não procede. Como nos EUA os bancários não possuem um sindicato que os represente, o banco espanhol desenvolve uma campanha antissindical, intimidando, amedrontando e fazendo demissões de alguns funcionários que estavam organizando a criação de um sindicato.

Desta forma, sem negociação coletiva, os bancários norte-americanos não possuem direitos fundamentais, como jornada regular de trabalho, pagamento das devidas horas extras e férias regulamentares. Também sofrem com a pressão das metas para a venda de produtos, a exemplo do que ocorre nos demais países onde o Santander abriu agências. Muitos bancários não têm local fixo para trabalhar e precisam solicitar autorização das chefias para ir ao médico.

"Queremos que o Santander abra negociações com a UNI e assine um acordo marco global que garanta direitos básicos para os seus trabalhadores em todo mundo, bem como respeite a liberdade de organização dos bancários que buscam formar um sindicato nos Estados Unidos", destaca Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e da UNI Finanças Américas.

Acordo Marco Global

Ainda na correspondência para a UNI, o executivo do Santander ressalta que "nós não prevemos a necessidade ou a oportunidade de assinar um Acordo Global com a UNI Sindicato Global". Ele não deve ter conversado com o presidente mundial do Santander, Emilio Botín, que concedeu no dia 29 de junho uma audiência para o Sindicato de São Paulo, com a participação da Contraf-CUT, Fetec-CUT/SP, Feeb SP-MS e Afubesp. "Na ocasião, Botín dialogou com os representantes dos trabalhadores brasileiros, não fechou as portas para discutir o acordo global e marcou uma nova reunião dentro de dois meses para tratar dos problemas que apresentamos", esclarece Rita Berlofa.

A missão da UNI termina nesta quinta-feira, em Boston. "O Santander perdeu uma grande oportunidade para receber a missão internacional da UNI, abrir um canal de diálogo nos Estados Unidos com o movimento sindical, respeitar os cidadãos de outros países e mudar a sua postura que afronta a liberdade tanto pregada pelo governo norte-americano", conclui Ademir Wiederkehr.

CWA calls for banks to sign global agreements

Darlene Stone, CWA District 1 Organizer and Dan Reynolds, CWA Research Fellow  15 July 2010 15:36:57

Imagine?.What if U.S. bank workers were treated with the same respect as their unionized counterpart in Brazil, Spain, the U.K., Uruguay, and Chile? Wouldn?t that be a beautiful thing?

But no?There are two international financial institutions doing business in the U.S., Santander and HSBC, who refuse to sign a global agreement. A global agreement would allow their workers in every country the same rights to organize. However, their refusal to sign a global agreement won?t stop any organizing of these U.S. employees!

SEIU Massachusetts is currently holding a three day conference to address this issue. They have brought in bank workers from around the world who have union representation with these companies. The meetings are devoted to developing an international strategy to help these U.S. workers organize. As a result SEIU and CWA along with our international partners are committed to jointly organize U.S. bank workers.

Santander and HSBC, you are now on notice! U.S. unions are not easily dissuaded and are very familiar with the anti-union tactics employed by big corporations. With the help from our international brothers and sister we will be successful.

United we stand.

Solidarity Now!

 

Un trabajador explica la importancia de la solidaridad internacional

Luis Messina, Confederacion de Sndicatos Bancarios y Afines, Chile  15 July 2010 15:30:29

 Esta reunión convocada por SEIU con el patrocinio de UNI es muy importante pues permite que sindicatos venidos de diferentes partes reafirmen su compromiso con la solidaridad y la lucha por el respeto a los derechos fundamentales de los trabajadores.

Es muy importante, además, porque permite apoyar a los trabajadores del Banco Sovereign, hoy de propiedad del Santander, que están sufriendo los despidos y la presión para que no se organicen sindicalmente.

Hoy más que ayer se requiere de la unidad y solidaridad para lograr un acuerdo global que respete los derechos laborales.  Aquí en Boston, EEUU, estamos reafirmando nuestro compromiso para luchar contra esta política de intimidación que el Santander desarrolla contra los trabajadores en EEUU.  De ahí la importancia de esta reunión, que en los EEUU.

Worker explains the importance of international solidarity

Luis Messina, Confederacion de Sndicatos Bancarios y Afines, Chile  15 July 2010 15:28:45

This meeting, called by SEIU and sponsored by UNI is very important, as it allows unions coming from different parts of the world to reaffirm their commitment to solidarity and to the struggle to respect workers’ fundamental rights.

In addition, this meeting is important because it allows for the support of workers at Sovereign bank, which is currently owned by Santander, who are suffering from layoffs and pressure not to organize a union.

Now more than ever, unity and solidarity is needed to achieve a global agreement to respect labor rights.  Here in Boston, USA, we are reaffirming our commitment to fight against Santander’s policy of intimidation against workers in the USA.  That is why this meeting here in the US is important.

Ato por solidariedade e pela assinatura do acordo global

CN=Seeb/O=SP - Brasil  14 July 2010 23:24:18

Funcionários do Casa 1 e da Torre mostram apoio aos trabalhadores norte-americanos vítimas de forte campanha antissindical  Casa 1  

São Paulo - A luta pela assinatura do acordo global e a solidariedade aos bancários dos Estados Unidos, vítimas de uma campanha contra a organização sindical, deram o tom dos protestos dessa quarta-feira 14 nas concentrações do Santander, Casa 1 e Torre.

"O fortalecimento da organização sindical, por meio da assinatura do acordo global, ajuda no combate à terceirização, às metas abusivas e distorções salariais, entre outros problemas. Aproveitamos para manifestar apoio aos colegas americanos", diz o funcionário do Santander e diretor do Sindicato Marcelo Sá.


Os protestos não aconteceram só no Brasil. Manifestações similares ocorreram em vários países onde o banco está presente. Em Boston, nos EUA, uma delegação composta por representantes da UNI Finance Global Union e do Sindicato deu apoio aos trabalhadores do Sovereign Bank, instituição comprada pelo Santander.

A luta se fortaleceu após o Sovereign Bank promover ações antissindicais e de intimidação, como demissões, contra trabalhadores que iniciavam o processo de organização, já que naquele país não há um sindicato que os represente. Desde que o Santander comprou o banco, houve 2.700 demissões, 23% do total de bancários.

A delegação cobra a reversão das demissões, o fim da interferência da direção do banco no direito de organização dos trabalhadores e a assinatura do Acordo Marco Global.

Os funcionários podem continuar manifestando apoio por meio mensagens que devem ser enviadas pelo e-mail site@spbancarios.com.br.


Contraf-CUT participa de missão internacional da UNI aos EUA por acordo global

Contraf-CUT  14 July 2010 19:27:56

A Contraf-CUT está integrando missão internacional organizada pela UNI-Sindicato Global, que nesta semana participa de uma série de eventos em Boston, nos Estados Unidos. O objetivo é reforçar a luta pelo acordo marco global com o HSBC e com o Santander e buscar reverter as demissões de bancários que estavam tentando organizar um sindicato no banco espanhol daquela cidade norte-americana.

Estão programadas atividades nesta terça, quarta e quinta-feira, dias 13, 14 e 15, que incluem reuniões e contatos com representantes da sociedade civil e autoridades do Estado de Massachusetts. A UNI também solicitou uma audiência com o presidente do Sovereign Bank, adquirido pelo Santander, Gabriel Jaramillo, que antes comandava o grupo no Brasil até a compra do Banco Real.

Há um ano e meio, o Santander comprou o norte-americano Sovereign Bank, com sede em Boston, e já fechou desde então cerca de 2.700 empregos. Nos EUA, os bancários do Santander (Sovereign) não possuem sindicato que os represente. O banco espanhol ainda vem desenvolvendo uma campanha antissindical e de intimidação dos trabalhadores, com pressão e demissões após os bancários começarem a se organizar visando criar um sindicato.

"Queremos que o Santander readmita os bancários injustamente demitidos e assine um acordo marco global que proteja os direitos trabalhistas de seus trabalhadores, inclusive o direito de formarem um sindicato", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, que está presente nas atividades da UNI, em Boston.

Pela Contraf-CUT, também participam o secretário-geral Marcel Barros e o secretário de Imprensa, Ademir Wiederkehr, que é funcionário do Santander. Também integram a missão internacional as funcionárias do Santander e diretoras do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Rita Berlofa e Maria Rosani, aém de dirigentes sindicais de vários países.

Ato internacional nos EUA por direitos reúne bancários do Santander

Seeb/SP - Brasil  14 July 2010 17:13:38

São Paulo - Bancários do Santander de diversas partes do mundo fazem um ato conjunto, em Boston, nos EUA, para cobrar a reversão de demissões injustificáveis, fim da interferência da direção do banco no direito de organização dos trabalhadores e a assinatura do Acordo Marco Global, que garanta direitos trabalhistas e sindicais comuns para todos trabalhadores do banco espanhol em todo o mundo. Membros da UNI e do Sindicato estão em Boston para dar apoio aos funcionários do Sovereign Bank na manifestação. Atos simultâneos serão realizados em vários países onde o Santander atua. 

A cidade americana foi escolhida como palco da mobilização internacional em solidariedade aos bancários norte-americanos demitidos, vítimas de uma campanha antissindical e de intimidação após darem início a um processo de organização sindical. A mobilização é liderada pela UNI Finance Global Union (Sindicato Mundial) e tem apoio do Sindicato dos Bancários de São Paulo Osasco e Região.

A política antissindical utilizada pela direção do Sovereign Bank (nome do Santander nos EUA) não é nova: demissões, pressão e intimidação dos trabalhadores, que ainda não contam naquele país com um sindicato que os represente.

"O Santander está em plena ampliação de sua presença internacional, com a aquisição de novos bancos. Esta atuação global também tem de ser estendida aos trabalhadores por meio da assinatura de um acordo marco", disse Rita Berlofa, diretora do Sindicato de São Paulo, que participa da comitiva internacional que está em Boston. "Direitos fundamentais evitam situações como essa, de punir trabalhadores por meio de demissão."

Desde que o Santander comprou o Sovereign, ocorreram 2.700 demissões nos Estados Unidos, o que representa 23% do total de bancários.

"Os trabalhadores querem a soberania de ter direito a um Sindicato, mas estão sendo ameaçados de perder seus empregos se tentarem se organizar", disse Oliver Roethig, diretor da UNI Finanças. "O Santander tem milhares de trabalhadores sindicalizados em muitos outros países ao redor do mundo, por isso estamos consternados com a sua atitude antissindical nos Estados Unidos."

São Paulo - Na capital, os bancários da instituição financeira realizam ato em frente ao Centro Administrativo do Santander (Casa 1), em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo. O grupo espanhol emprega no Brasil 51 mil bancários.

Acordo Marco Global - Poder garantir a todos trabalhadores do Grupo Santander no mundo direitos fundamentais e conquistas, como a organização sindical sem ingerência patronal e a sindicalização sem retaliações, repressão ou discriminação. Em março, um seminário internacional realizado em São Paulo lançou campanha internacional pelo acordo. Em novembro, no Japão, um novo encontro será realizado como parte da mobilização pela campanha.

Elisângela Cordeiro
Assessoria de Imprensa
Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região
imprensa@spbancarios.com.br
(11) 3188-5330
(11) 9402-3159


Sindicato de São Paulo reúne-se com presidente do Santander

Seeb/SP - Brasil  14 July 2010 17:03:03

 Bancários apresentaram a Emilio Botín reivindicações e queixas, como metas abusivas e terceirizações

São Paulo - O Sindicato de São Paulo, Osasco e Região (Brasil) reuniu-se com o presidente mundial do Grupo Santander, Emilio Botín. No encontro, realizado nesta terça-feira dia 29, os representantes dos trabalhadores apresentaram queixas e reivindicações sobre a política de metas nas agências, terceirizações nos centros administrativos e cobraram soluções para os passivos do pessoal do antigo Banespa.

"É importante que o presidente mundial do Santander tenha se reunido com os representantes dos trabalhadores no Brasil, ouvido os principais questionamentos dos funcionários e se comprometido a realizar um novo encontro no prazo de dois meses para repassar os assuntos tratados nessa reunião", disse a presidenta do Sindicato Juvandia Moreira. "O fato de o Brasil responder pela maior parte dos lucros do grupo reforça a importância dos bancários brasileiros do Santander", afirmou.

"Ressaltamos que o Brasil responde pela maior parte dos lucros do grupo e merece ser tratado com respeito", disse o diretor do Sindicato Paulo Salvador, ressaltando o bom desempenho econômico do país e as boas perspectivas para o futuro. "Cobramos que o Santander utilize no Brasil as boas práticas de gestão, se realmente quer ser o maior banco e o melhor para trabalhar, como aponta sua propaganda", afirmou.


O Sindicato reconheceu que houve melhorias nas relações com o Santander e ressaltou que as principais queixas dos bancários referem-se à política de metas. "Pesquisas recentes com os trabalhadores apontam a pressão por metas como o principal problema nas agências, associada à enorme carência de funcionários, que gera constantes conflitos e problemas à saúde. O Sindicato apontou como caminho para a solução, a adoção de metas coletivas e qualitativas, nas quais o funcionário pratica um atendimento humano e fideliza os clientes. Botín afirmou que considera as metas como necessárias, tanto individual como coletivas, e os executivos brasileiros reconheceram que mudanças foram e serão feitas para melhorar a política de metas", destacou Paulo Salvador.

Os dirigentes sindicais também abordaram a política de terceirizações, que vêm crescendo no banco. O Sindicato apontou que os desencontros e a falta de informações sobre as terceirizações para empresas do próprio grupo - Isban, Geoban e Global Facilities - geram angústia e apreensão. "Fizemos um desafio aproveitando o embalo da Copa do Mundo, que 'se o Santander vai bem no Brasil, por que mudar?' e que 'em time que está ganhando não se mexe'", relatou Salvador. A resposta do também espanhol Marcial Portela, ao lado de Botín, seguiu a que o Sindicato recebeu da direção brasileira: que se trata de uma política do grupo a criação das empresas e que no Brasil são apenas "estudos" e que não há data ou decisão a respeito.

"É importante que o presidente mundial do grupo tenha nos recebido e ouvido as nossas reivindicações. Deixamos claro que queremos que o banco dispense aos trabalhadores no Brasil, de onde o banco tira a maior parte do seu lucro, o mesmo tratamento dado aos bancários espanhóis, especialmente no que se refere ao emprego", disse o presidente da Contraf-CUT Carlos Cordeiro, destacando que na Espanha as metas de vendas não são usadas como razão para ameaça ao emprego. "Na mesma linha de pensamento, deixamos claro para Botín que não vamos aceitar que o banco feche as portas para a proposta de Acordo Marco Global."

Banespa - O passivo em relação ao pessoal do antigo Banespa também ocupou boa parte do espaço de reivindicações do Sindicato. Foram listados problemas com reajustes salariais do pessoal de antes de 1975, déficit do plano do pessoal pós-75, serviço passado, quitação das gratificações semestrais e dinamização da Cabesp. Mostrando desconhecer a situação dos "jubilados" (aposentados) do Banespa, Botín disse que iria discutir com seus pares a situação atual.

O presidente do Santander ouviu também as reivindicações dos brasileiros para a assinatura de um Acordo Marco Global, por meio do qual o Santander adota ria p remissas comuns para os trabalhadores dos diversos países onde atua. O executivo foi relutante e, embora tenha afirmado que poderia conversar mais a respeito, afirmou que tem por ora uma política de tratar cada país conforme suas características. "Pedimos que ele conheça melhor a proposta antes de fechar questão." O Sindicato denunciou também as demissões e perseguição aos trabalhadores bancários norte-americanos, agora sob a presidência de Gabriel Jaramillo. Botín propôs a realização de uma nova reunião para um prazo de dois meses, para repassar os assuntos tratados.

Além de Paulo Salvador, participaram da reunião Juvandia Leite, presidenta do Sindicato, a diretora do Sindicato Rita Berlofa, Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, Alemão, presidente da Fetec/CUT-SP e Cristiano, da Feeb-SP/MS. Pelo banco, além de Botín, participaram Marcial Portela, responsável pelo Brasil no grupo espanhol, Lilian Guimarães, vice-presidente de RH, e Jerônimo dos Anjos, superintendente de Relações Sindicais do banco.

Leia mais
> Carta deixada com Emilio Botín


Ato cobra respeito a bancários nos EUA

Seeb/SP - Brasil  14 July 2010 16:56:13

 UNI e sindicatos vão a Boston cobrar fim de ataques à organização sindical

São Paulo ? Bancários do Santander de diversas partes do mundo fazem um ato conjunto em solidariedade a seus colegas norte-americanos, vítimas de uma campanha antissindical e de intimidação após darem início a um processo de organização sindical. A mobilização é liderada pela UNI Finance Global Union e tem apoio do Sindicato.

A política antissindical utilizada pela direção do Sovereign Bank (nome do Santander nos EUA) não é nova: demissões, pressão e intimidação dos trabalhadores, que ainda não contam naquele país com um sindicato que os represente.

Integrantes da UNI e do Sindicato estão em Boston para dar apoio aos funcionários do Sovereign Bank na manifestação. A delegação irá também cobrar a reversão das demissões, o fim da interferência da direção do banco no direito de organização dos trabalhadores e a assinatura do Acordo Marco Global.

"O Santander está em plena ampliação de sua presença internacional, com a aquisição de novos bancos. Esta atuação global também tem de ser estendida aos trabalhadores por meio da assinatura de um acordo marco", disse Rita Berlofa, diretora do Sindicato de São Paulo, que participa da comitiva internacional que está em Boston. "Direitos fundamentais evitam situações como essa, de punir trabalhadores por meio de demissão."

Desde que o Santander comprou o Sovereign, ocorreram 2.700 demissões nos Estados Unidos, o que representa 23% do total de bancários.

"Os trabalhadores querem a soberania de ter direito a um Sindicato, mas estão sendo ameaçados de perder seus empregos se tentarem se organizar", disse Oliver Roethig, diretor da UNI Finanças. "O Santander tem milhares de trabalhadores sindicalizados em muitos outros países ao redor do mundo, por isso estamos consternados com a sua atitude antissindical nos Estados Unidos."

Brasil - Em São Paulo, haverá uma manifestação no Casa 1 e no Tower do Santander. Para os bancários brasileiros, o Acordo Marco Global fortalece ainda mais a estrutura sindical e o processo de negociação, bases fundamentais para conquistar avanços nos direitos trabalhistas. Por isso, é importante o acompanhamento dos trabalhadores do Santander no Brasil nesta campanha pela assinatura do acordo.


¡Pare su campaña de miedo Antisindical contra sus trabajadores!

UNI Global Union  14 July 2010 10:01:00

En todo el mundo los trabajadores de Santander están siendo atraídos a la demanda del trato  igualitario con respecto a sus empleados, no importa dónde trabajen.

En los Estados Unidos no hay sindicato de momento que represente a los trabajadores en Santander (Sovereign). Nuestros compañeros en los Estados Unidos están luchando para cambiar esto, pero necesitan nuestra ayuda. En solo un año y medio desde que Santander compró el banco Sovereign en USA, se han recortado 2700 empleos. ¡Esto es el 23% de la plantilla!

A muchos trabajadores, les han reducido la jornada laboral con la consecuente disminución de su renta y  participación en beneficios.

Frente a una campaña  para hacer justicia, Santander ha creado un clima del miedo donde  los trabajadores temen hablar de estos temas. Algunos trabajadores que han apoyado la creación de una representación de los trabajadores, ¡Han sido despedidos ¡

A otros, la compañía les ha dicho que  está opuesta fuertemente a cualquier sindicalización de sus trabajadores. Los trabajadores son  conducidos a  creer que no tienen el derecho fundamental de  crear una plataforma sindical, sin miedo e intimidación. Una comitiva se encuentra en Boston en representación de los trabajadores del mundo expresando la solidaridad y reuniéndose con autoridades locales para detener estos abusos.

Queremos exigir que:

Santander readmita a los compañeros injustamente  despedidos y que deje de interferir el derecho de sus trabajadores a formar una unión sindical, y lo que es mas importante; la firma de un acuerdo marco global que proteja y ampare los  derechos laborales en Estados Unidos y en todo el mundo.
   

Image:¡Pare su campaña de miedo  Antisindical contra sus trabajadores! Image:¡Pare su campaña de miedo  Antisindical contra sus trabajadores!

Luchemos por un acuerdo global que proteja los derechos de los trabajadores en Santander en todo el mundo.

En todo el mundo los trabajadores y sus organizaciones hoy se están movilizando para defender el Empleo y exigir respeto a las libertades sindicales. En Chile también queremos estabilidad y el sindicalismo se une a la demanda internacional de solidaridad.

Para más información, por favor visita www.bankonrights.org   - www.bancariachile.cl



Confederación de sindicatos Bancarios de Chile
Agustinas 814 oficina 606 – Fono: 481 61 22 Fax: 481 61 23
confederacionbancaria@gmail.com – sec_tecnico@123.cl
www.bancariachile.cl


UNI dice a Santander: ¡Alto a su campaña de intimidación antisindical contra los trabajadores!

UNI Global Union  14 July 2010 09:11:19

Los/las trabajadores(as) bancarios y sus sindicatos se unen a través del mundo entero para solicitar al gigante bancario español Santander que respete a sus empleados y empleadas dondequiera que trabajen.

UNI Finanzas Global Union está dirigiendo una delegación sindical internacional a Boston el día de hoy en apoyo de los/las trabajadores(as) del Santander de Estados Unidos, que quieren representación sindical. Actualmente, en el país no hay un sindicato reconocido que represente a los/las trabajadores(as) de la cadena bancaria Sovereign, propiedad del Santander.

Los/las empleados(as) de Sovereign están luchando por su derechos a representación sindical, pero la dirección ha creado un clima de temor con el fin de intimidar y desanimar a los/las trabajadores(as) para que no se afilien a un sindicato.

UNI y la alianza sindical global en el Santander están solicitando al Presidente del Santander, Sr. Emilio Botín, que garantice la neutralidad de la dirección con respecto a la campaña de organización en el Sovereign.

“Los/las trabajadores(as) del Sovereign quieren un sindicato, pero sus jefes les dicen que perderán el empleo si tratan de sindicarse”, dijo Oliver Roethig, Jefe de UNI Finanzas. “El Santander tiene miles de trabajadores sindicados en otros muchos países del mundo, por lo que nos consterna su actitud antisindical en Estados Unidos.”

Algunos(as) trabajadores(as) que han apoyado al sindicato han sido injustamente despedidos(as) y se ha dicho a otros que la empresa se oponía rotundamente a cualquier sindicato para sus empleados(as).

La delegación de UNI insta al Santander a que vuelva a contratar a los/las trabajadores(as) injustamente despedidos(as) y a que ponga término a su interferencia en los derechos de los/las trabajadores(as) de formar un sindicato. Presionará al Santander para que firme un acuerdo global que proteja y garantice los derechos de los/las trabajadores(as) en Estados Unidos y en el mundo entero.

Encontrarán más información en: www.bankonrights.org

Pueden ponerse en contacto con UNI en: rachel.cohen@uniglobalunion.org o +41 79 888 0753

UNI Finanzas es el sindicato global para el sector de la finanza.


UNI tells Santander: Stop Your Anti-Union Fear Campaign against Workers

UNI Global Union  14 July 2010 09:09:11

Bank workers and their unions from around the world are coming together to demand Spanish banking giant Santander respects its employees no matter where they work.

UNI Finance Global Union is leading an international trade union delegation to Boston today to support Santander workers in the United States who want union representation. There is currently no recognised union in the US that represents the workers at Santander-owned banking chain Sovereign.

Sovereign employees are fighting for their right for union representation but management has created a climate of fear to intimidate and discourage workers from joining a union.

UNI and the global trade union alliance at Santander are calling on Santander Chairman Emilio Botín to ensure management’s neutrality in the union organising drive at Sovereign.

 “Workers at Sovereign want a union but their bosses are telling them they will lose their jobs if they try to organise,” said Oliver Roethig, head of UNI Finance. “Santander has thousands of unionised workers in many other countries around the world so we are dismayed by their anti-union attitude in the United States.”

Some workers who have supported the union have been unfairly fired and others have been told that the company is strongly opposed to any union for its employees.

The UNI delegation is calling on Santander to rehire its unfairly fired workers and stop interfering with workers’ rights to form a union. It will press Santander to sign a global agreement that protects and guarantees workers’ rights in the United States and around the world.

Find more information at: www.bankonrights.org

Contact UNI at: rachel.cohen@uniglobalunion.org or +41 79 888 0753

UNI Finance is the global trade union for the finance industry.

Santander buys German bank branches

UNI Global Union  13 July 2010 10:28:57

The struggle for workers rights at Santander became all the more important Monday after the bank signed an agreement to buy Sweedish SEB’s German branch network, the BBC reports.

The €555 million sale representing more than one million customers is further proof of Santander’s ambitions to grow. Santander is widely believed to be the only remaining bidder for 318 of the Royal Bank of Scotland’s branches recently put up for sale.

To read the full article on BBC.co.uk, click here.

Why Bank Workers, and Why Now?

UNI Global Union  9 July 2010 15:34:57

In today’s economic climate, we see the whole financial system in the international spotlight. Workers in banks have never been more concerned about the precarious nature of their work. The public and politicians are engaged, scrutinizing the operations of banks more than ever before.

In countries where bank employees are unionised, workers enjoy basic protections and the right to collective bargaining. With a union, employees have been able to win better pay, more time off, respect on the job and increased job stability.

For example, in England, despite the global economic downturn, workers at a Santander subsidiary won 21 to 31 vacation days, a 2.3 percent salary increase for most workers and additional pay for early or late hours in their latest contract negotiations. In Brazil, unionised workers are entitled to profit sharing, all overtime is paid at 150 percent, a standard work day is six hours and workers are entitled to take paid leave for a range of personal reasons such as adopting a child or caring for sick children or other relatives. In Spain, Santander workers’ pay increased 2.5 percent every year from 2007 to 2010, workers are entitled to profit sharing and all staff are entitled to 30 days of paid vacation.

Around the world, Santander workers are coming together to demand that Santander respect its employees no matter where they work and provide the same level of benefits to all its employees. Workers are calling on Santander to provide its employees fair treatment and better working conditions in every branch worldwide.

A global petition has been launched that demands Santander sign a global agreement with its employees, guaranteeing them those rights. Workers in countries such as Brazil, the UK, Portugal, the USA, Germany and Colombia have collected more than 11,000 signatures.

Now is the time to get involved, to act and to be a part of a better life for all bank workers everywhere!

Letter to Santander’s Presidentf

UNI Global Union  9 July 2010 09:12:01

Rua São Bento, 413, Centro, São Paulo, CEP 01011-100
Tel 3188-5200, fax 232-1064, e-mail sindicato@spbancarios.com.br

São Paulo, June 29, 2010



Mr. Emílio Botin,
World President of Santander Group



Brazil Deserves More Respect



As press releases inform in all corners of the world, Brazil is growing and becoming stronger at an astonishing pace, and this growth is with income distribution and social inclusion.

The national financial system is witnessing an extraordinary increase in the bancarization of millions of new customers, and the business is flourishing as bank institutions get extraordinary results and high-yielding profits.

Expectations are even more optimistic for the next decade, and Brazil is, undoubtedly, a better country.  

The Santander Group gets a fair share of its profits from this country, as has been recognized by its President in several press interviews. In relative terms, we account for the largest share of the Group’s world profits.

However, the Brazilian financial market is highly concentrated and the competition is strong. To become a leader and the largest bank in Brazil and in the world, offering high-quality products and having intense media coverage do not suffice.

In Brazil, all banks are almost the same. What makes the difference is how much you care for people and how you relate with them, and this can only be accomplished through a more humanized relationship. This is why we understand that Santander (Brazil) should enthusiastically embrace the Brazilian people. We are convinced that Brazilians will not choose Santander as their bank for its renowned brand. And we insist that Santander will only succeed in Brazil if Brazilians in every city, town, neighborhood, and community are respected.

And the best way to go about this task is to learn this lesson in-house, with our own employees, both active and retired.

At the time of our merge with Banespa, the then president of Santander, Gabriel Jaramillo, made a great number of mistakes that have led and still lead Brazilians to reject our brand, such as the dismissal of experienced workers, with the exclusive purpose of indoctrinating the newly incorporated employees. Thus, we believe that this lesson learned should be taken into account at the time of the merge with Banco Real in order to ensure that the process is respectful and not just oriented to cutting costs.

Those who attentively follow Brazil’s real evolution and do not only learn about our transformations from air-conditioned offices or written reports, indifferent to workers’ sufferings, know that the World of Labor is leading these changes and that this is the path that unions have chosen to build a new Brazil. At Santander (Brazil), we are experiencing progress in the negotiation arena, but it is still necessary to weigh anchors and introduce changes. Therefore, the union leaders subscribing this letter claim that Brazil and its workers should get the respect they deserve from the international management through the following actions:

a)        Changing the method and content of target-setting policies, shifting them from individual to collective, and introducing qualitative measurements aimed at improving customer service;
b)        Making products meet the needs of customers and training employees to offer proper advice to customers about the financial products available;
c)        Outsourcing has dramatically increased at Santander (Brazil), given the notes included in the profit and loss statement;
d)        Announcements of outsourcing for the companies within the Group (Geoban, Gesban and Global Facilities) create uncertainty and fear among us. If Santander is yielding so many positive results in Brazil, why the change? Outsourcing renders jobs precarious and lowers service quality;
e)        Santander (Brazil) continues to be one of the banks with the highest rate of dismissals. It is absolutely necessary to put an end to this;
f)        We have often told the Brazilian management about the need to ease the relationship with both active and retired employees from former Banespa. The list is long (adjustment of wages of retired staff within the Pré-75 Retirement Plan, effective payment to staff within the Pós-75 Retirement Plan for Banesprev past services, payment of six-monthly rewards, and dynamizing Cabesp). Countless of conflicts, such as the investigations conducted by a Parliamentary Commission, as well as heated criticism on the Internet derive from these liabilities.


We want Santander to have the best Human Resources practices in Brazil, from an employability policy to union leaders’ freedom. We insist on the signing of a Global Framework Agreement aimed at improving social relations with workers wherever they are, a factor that will be highly positive for all of us, even for the brand, which will be recognized for its policy of Social Responsibility. Recent obstacles indicate that a meeting needs to be held between the Santander Group, the Human Resources managers and the unions in order to gain a better insight into these issues.

Finally, we would not be part of a new Brazil if we were not concerned about the violent repression against local bank workers at the North American unit. We demand the reinstatement of these North American workers who were dismissed for discussing wage increases and improved working conditions and an end to the repression encouraged by Gabriel Jaramillo, President of the North American unit, against such union initiatives.  

Sincerely,        



Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região-CUT





Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro

(Contraf-CUT)




Federação dos Empregados em Empresas de Crédito de São Paulo

(Fetec-SP- CUT)




Federação dos Empregados Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb-SP/MS)




Associação dos Funcionários do Santander, Banespa, Cabesp e Banesprev (Afubesp)



Download the letter in .pdf by clicking the link below

¡Pare su campaña de miedo Antisindical contra sus trabajadores!

UNI Global Union  8 July 2010 16:59:07

Image:¡Pare su campaña de miedo  Antisindical contra sus trabajadores!

Tell Santander: Stop Your Anti-Union Fear Campaign against Workers!

UNI Global Union  8 July 2010 12:22:35

This leaflet is being distributed at Santander banks around the world.

Image:Tell Santander: Stop Your Anti-Union Fear Campaign against Workers!

Protestos por acordo global

Seeb/SP - Brasil  7 July 2010 22:46:57

 Bancários brasileiros prestam solidariedade a norte-americanos demitidos por tentarem formar sindicato nos Estados Unidos

São Paulo - Os bancários do Santander realizam atos nesta quarta 7 e quinta 8 em concentrações e agências para pressionar a direção internacional da empresa a assinar o Acordo Marco Global. As manifestações acontecem nos Casas 1, 2 e 3, na Torre, além das agências.

O Acordo Marco Global garante a todos trabalhadores do Grupo Santander no mundo direitos fundamentais e conquistas, como a organização sindical sem ingerência patronal e à sindicalização sem retaliações, repressão ou discriminação Em março, um seminário internacional realizado em São Paulo lançou as bases para o acordo.

As atividades não acontecem apenas no Brasil. Na mesma semana, protestos similares ocorrem em todos os países onde o banco está presente. A campanha foi deflagrada após o Santander nos Estados Unidos (que lá chama-se Sovereign Bank) iniciar uma campanha anti-sindical e de intimidação dos trabalhadores, com demissões e pressão após os bancários, que não contam com um sindicato que os represente, começarem a se organizar.


"Alguns bancários norte-americanos que se movimentaram pela criação de uma entidade representativa foram demitidos e o banco tem dito que é totalmente contrário à criação de qualquer sindicato. Não podemos e não vamos aceitar este tipo de atitude", afirma a diretora do Sindicato Rita Berlofa, lembrando que em apenas um ano e meio, desde que o Santander comprou o Sovereign, ocorreram 2.700 demissões nos Estados Unidos, o que representa 23% do total de bancários.

Na semana que vem, trabalhadores do Santander de todas as partes do mundo viajam para Boston, nos EUA, para prestar solidariedade aos trabalhadores norte-americanos. Lá, realizaram encontros com membros da sociedade civil organizada e com representantes do governo do estado de Massachusetts para debater a grave situação dos bancários no país e discutir os próximos passos da campanha pelo Acordo Marco.

"Queremos a reintegração imediata dos trabalhadores que foram injustamente demitidos, que o banco pare com a política de impedir os trabalhadores de exercerem seu direito legítimo de formar um sindicato e que a direção mundial do banco assine o Acordo Marco Global", diz Rita, que vai participar da comitiva internacional de bancários que irá a Boston. Ela lembra ainda que a UNI Sindicato Global já enviou uma carta ao presidente do Santander nos EUS, Gabriel Jamarillo, solicitando reunião.

Os representantes dos bancários brasileiros ouviram do presidente mundial do banco, Emilio Botín, na reunião que aconteceu em São Paulo no dia 29 de junho, que sua intenção é fazer do banco a melhor empresa do mundo para se trabalhar.

"A responsabilidade social é fator fundamental se ele realmente tem essa meta. Não é possível negar direitos básicos em paises onde atua, como permitir a organização em sindicatos e pagar salários dignos", diz Rita, destacando que Botín reforçou na reunião o fato de que na Espanha o Santander é a terceira melhor empresa para se trabalhar. "Também queremos que o Santander seja o melhor no Brasil e em todo o mundo, mas para colocar isso em prática é preciso assinar o Acordo Marco e mostrar que essa intenção não é apenas discurso vazio", afirma.


Potential Santander aquisition troubles unionists

UNI Global Union  24 June 2010 15:06:07

With Santander the predicted frontrunner in the bid for more than 300 branches of Royal Bank of Scotland, Unions are outraged speaking up against the potential elimination of banking options.

Unite National Officer Rob MacGregor said the potentially £2 billion deal would be “another nail in the coffin” of consumer choice, the Daily Mirror reported.

“Simply on the basis of market competition on the high street, this sale is bad news. Santander already own branches of Abbey National, Alliance and Leicester and Bradford and Bingley. There is a danger that soon British customers will only have one provider to choose from,” MacGregor told the Mirror.

RBS began seeking bidders for the branches and its Direct Line and Churchill insurance services last November as a condition of its taxpayer bailout. Although six organisations are believed to have attempted to work out a deal, Santander is generally accepted as the final serious contender for the RBS assets.

Click here to read the Mirror’s article.

Should Santander be allowed to buy the RBS branches? Let us know what you think by commenting below.

Dismay as Santander sacks US union activists

Catherine Thomas  22 June 2010 15:24:14

The sacking of three union activists in Boston, Massachusetts, by Sovereign Bank - a Santander subsidiary - has prompted the CWU to join a campaign for their reinstatement.

In a strongly-worded letter to the Bank's UK HR director, Simon Lloyd,  CWU deputy general secretary Andy Kerr branded the "victimisation of Santander employees who are only seeking to organise a union as "unacceptable" and completely at odds with Santander's "stated approach to corporate social responsibility".

Pointing out that sackings fly in the face of Santander's own public position on the right of employees to join unions,  Andy argues that the breach highlights the need for an agreement to be reached with the company at a global level to enshrine fundamental workers' rights in its operations across the world.

At present UNI Global Union, the global union to which the CWU is affiliated, is campaigning for Santander to enter into just such an agreement, but so far the Bank has refused.
Sovereign Bank's sacking of Steve Crowley, Janice DeJusi and Gary Rozenas simply for their trade union activity, argues Andy, are the plainest possible demonstration of a need for a global agreement being signed by Santander.

"Steve Crowley, who worked at Sovereign for 30 years, was honoured this spring for being a top seller," Andy wrote, yet just "a week later he signed a letter about problems at work and was sacked. Janice DeJusi and Gary Rozenas were also fired shortly after they were seen talking to their colleagues about forming a union. They should be reinstated immediately."

Nigel Cotgrove, CWU officer for Santander, told the Voice that Sovereign has been wrongly informing employees that bank unions are 'illegal' in the US and apparently prohibiting workers from talking to union organisers at any time and place - even in their own homes!

"Santander is on record as stating that the group 'fully complies in all countries with the ILO conventions on freedom of association and the right to join unions," said Nigel. "Santander has stated, and I quote, that 'their managers have always maintained positions of absolute neutrality in this regards'.

"The experience in Boston, however, suggests this policy is not being adhered to in practice - and that is why a global agreement with UNI is urgently needed."

Ato da UNI em defesa de trabalhadores de bancos

CN=Seeb/O=SP - Brazil  21 June 2010 22:45:17

Sindicato mundial cobra respeito a funcionários de limpeza e segurança do HSBC e Santander em mais uma ação pelo acordo marco global

São Paulo - O UNI Global Union organizou um protesto na terça-feira 15 com manifestações em diversas partes do mundo cobrando do HSBC e do Santanter mais respeito com os funcionários das áreas de segurança e limpeza que trabalham em ambos os bancos.

O protesto, denominado International Justice Day (Dia Internacional da Justiça), faz parte da mobilização do UNI Global Union, sindicato mundial que representa trabalhadores de diversos serviços, dentre eles os bancários, pela assinatura do acordo marco global. O documento visa conquistar direitos básicos iguais em todos os países em que as instituições atuam.

No ato de terça, os representantes dos trabalhadores cobraram que os bancos garantam uma política de só fechar contratos com empresas prestadoras de serviço que respeitem os direitos dos trabalhadores. Para tal, propõem a assinatura de um Contrato de Política Responsável (RCP sigla em inglês para Responsible Contractor Policy). Participaram sindicatos de países como Bélgica, Holanda, Espanha, Alemanha, Polônia, Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Reino Unido, Malauí, Panamá e Tunísia.

Justiça -
O Dia Internacional da Justiça foi celebrado pela primeira vez nos Estados Unidos em 1990 e foi instituído depois que profissionais de limpeza de Los Angeles apanharam da polícia durante uma manifestação pacífica contra uma multinacional. A pressão de funcionários de limpeza que pertenciam a sindicatos de outros países ajudou seus pares de Los Angeles a vencer ações na Justiça.

Brasileiras repudiam demissões nos EUA

CN=Seeb/O=SP - Brazil  21 June 2010 22:43:33

Grupo que atua em Boston envia carta ao presidente mundial do Santander

São Paulo - O Brazilian Women Group (BWG) (Grupo de Mulheres Brasileiras) enviou uma carta para o presidente mundial do Santander, Emilio Botin, repudiando a demissão em Boston, Estados Unidos, de três funcionários por lutarem pelas condições de trabalho e discutirem a criação de um sindicato.

O grupo é uma comunidade fundada em 1995 por mulheres brasileiras que queriam ajudar a comunidade brasileira que vivia na região conhecida como Grande Boston. Com o passar do tempo, a entidade se tornou uma das mais atuantes no apoio aos brasileiros naquela região.

Steve Crowlay, de 63 anos, foi demitido por dar apoio a uma carta sobre baixos salários e plano de saúde, mesmo tendo permanecido por oito anos como um dos maiores vendedores do banco naquele país. Janice de Jesus, 24 anos, também perdeu seu emprego por tentar organizar os trabalhadores contra o custo do plano de saúde, que, segundo ela, ficou três vezes mais caro.

Na carta, o BWG expõe sua preocupação com as informações da demissão de funcionários com muito e pouco tempo de Santander por conversar com seus colegas de profissão sobre os benefícios de se organizarem. "Bancários por todo o mundo formam sindicatos e nós, recentemente, nos encontramos com alguns representantes do Brasil. Eles participaram de um debate sobre direitos dos trabalhadores e nos contaram como os sindicatos os ajudaram", diz o grupo. Dentre os representantes do Brasil estão os diretores do Sindicato Rita Berlofa, Maria Rosani e Marcos Amaral. A mensagem é finalizada com a reivindicação de respeitar o direito de organização sindical dos trabalhadores e parar com as demissões e as ameaças.

Brazilian Women’s Group concerned about Santander practices in the US

UNI Global Union  17 June 2010 18:02:49

Image:Brazilian Women’s Group concerned about Santander practices in the US

Everyone doubts ONEHSBC Malaysia

UNI Global Union  16 June 2010 12:21:29

HSBC workers in Malaysia are worried about their jobs after the bank said it would introduce a new system called ONEHSBC that will be tested in Malaysia and aims to simplify banking processes with "zero" human intervention.”

"We are skeptical when new systems are to be tested in Malaysia; NUBE will carefully analyze the impact, consult the members and decide to support any initiatives by HSBC," said J Solomon, General Secretary of NUBE (the National Union of Bank Employees), at a special meeting convened for the employees of HSBC Malaysia on 1st June 2010 in Kuala Lumpur.

A large group of HSBC union members in Malaysia met recently to discuss the announcement from the bank and the uncertainty amongst the members about their job security.

Solomon says he understands the worries of his members, who saw 251 of their dedicated colleagues made jobless in 2009 when HSBC decided to outsource and off-shore the jobs, despite a union protest.

HSBC informed NUBE that they need to “re-deploy” 26 staff following the introduction of ONEHSBC in phase one. The bank has plans to automate many other operations in time to come, the union said.  

Over the years HSBC has made healthy profits in Malaysia, hence as the world's local bank it should be socially responsible and create decent jobs. Outsourcing and off-shoring to other destinations to achieve cost advantageous is not a good option. Such measures will only help the banks to pay millions of bonuses to its CEO's at the expense of employees losing jobs and their careers.  

NUBE has decided to help those employees in call centers and global resource centers to secure decent jobs and solicited the support of all members to unionise the employees in the call centers.

At the union meeting, HSBC branch members expressed their concerns and brought up numerous grievances faced at present in the bank at the meeting. Because the bank has failed to listen to the workers, the union members voted unanimously to boycott the Global People Survey (GPS).